FUTEBOL:: Moçambola 2020/2021 será disputado por 11 equipas

Encerrado que está o processo de licenciamento de clubes, a Federação Moçambicana de Futebol já entregou o expediente à Liga Moçambicana de Futebol por forma a organizar o Moçambola do porvir com apenas onze equipas. Mas há desafios que se impõem…

Por: Redacção

A tempestade perfeita que recentemente fustigou os clubes nacionais, chamada pelos entendidos por PRO-Licenciamento, vai revolucionar por completo a organização e o calendário do Campeonato Nacional de Futebol, o Moçambola da temporada 2020/2021.

É que, de um universo de 14 clubes com o mérito desportivo de participar na prova máxima, três foram excluídos por não terem conseguido reunir os requisitos para o seu licenciamento.

Costa do Sol e UD de Songo representantes de Moçsmbique nas Afrotaças

São eles, os excluídos, o Desportivo de Maputo, o Incomáti de Xinavane e o Textáfrica de Chimoio.

Onze ficam para contar a história da prova-rainha, nomeadamente o Costa do Sol, a União Desportiva de Songo, os Ferroviário de Maputo, de Nampula, da Beira, de Nacala e de Lichinga, ademais do ENH de Vilankulo, da Liga Desportiva de Maputo, Associação Black Bulls e o Matchedje de Mocuba.

A revolução que se espera com este novo cenário tem a ver, antes de mais, com as alterações profundas a serem feitas no Regulamento de Competições. Esse tão importante instrumento que norteará a realização do tão aguardado Moçambola de onze clubes.

Fundamentalmente na marcação de jogos, tendo em vista a manutenção da verdade desportiva.

Feizal Sidat é Ananias Couana, presidentes da FMF e da LMF, respectivamente

É que, com onze equipas, haverá sempre uma de fora a cada jornada, facto que poderá ter implicações nas rondas decisivas. O regulamento actualmente em vigor – para os 14 clubes – dita, por exemplo, que os jogos da última rodada devem ser disputados no mesmo dia e à mesma hora em homenagem à verdade desportiva…

Mais. os constantes adiamentos de jogos, forçados por um lado pela participação de clubes nacionais nas Afrotaças e, por outro, pelos cabeludos problemas logísticos, abrem igualmente breves parêntesis que, a não terem conteúdo, podem transformar a prova nacional de onze equipas numa verdadeira patuscada.

Uma prova menos onerosa

É verdade que a organização de apenas cinco jogos por jornada sai menos cara do que a de sete. Não só para a entidade organizadora da prova, como também para os clubes participantes que deverão economizar com as deslocações complicadas: Chimoio sai da rota e há menos chegadas a Maputo.

No entanto, a Liga Moçambicana de Futebol trabalha actualmente na avaliação do impacto financeiro da organização de um Moçambola disputado por onze clubes. Sobretudo para saber em quantos milhões de meticais o novo figurino reduzirá o cantado défice financeiro da prova.

Seja para 14, como para 11, estão assegurados os aspectos logísticos que são da responsabilidade da Liga de Clubes: o transporte aéreo e outros serviços administrativos.

Ananias Couana: presidente da LMF

Descartada está a alteração do modelo competitivo. Continuará um Moçambola de todos contra todos, o da chamada Unidade Nacional.

Para todos os efeitos, será decisiva a Assembleia-Geral da Liga Moçambicana de Futebol que deverá decorrer, em princípio, entre 09 e 13 de Novembro, em Maputo. OC



Categorias:Início, Outras Futebol

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