EM PORTUGAL:: Vitória de Setúbal cai da 1ª à 3ª divisão por desorganização

O clube no qual militam os moçambicanos Amâncio Canhemba e Kamo-Kamo foi desclassificado das provas profissionais por não cumprir com os requisitos para o licenciamento de clubes. Deverá por isso militar na terceira divisão, o Campeonato de Portugal.

Por: Redacção

A decisão tomada em Julho último pela Comissão de Auditoria da Liga de Clubes foi finalmente ratificada pelo Tribunal Arbitral do Desporto (TAD), que decidiu não dar provimento à providencia cautelar dos sadinos. Escreve a imprensa desportiva portuguesa desta quinta-feira, 27 de Agosto, sublinhado que a vaga deixada na Primeira Liga será ocupada pelo já repescado Portimonense.

Aliás, o clube dos moçambicanos Amâncio Canhemba e Kamo-Kamo jogava a última cartada no tocante ao recurso da decisão tomada por aquele órgão da Liga de Clubes, de impedir a inscrição dos sadinos nos campeonatos profissionais de Portugal, nomeadamente a Primeira e a Segunda Ligas.

Em Agosto último, o Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol recebeu o recurso daquele emblema, mas acabou por julgar-se incompetente para dirimir o caso, remetendo-o ao TAD.

Refira-se que o Vitória de Setúbal foi despromovido da Primeira para a Terceira Divisão por incumprimento no processo de licenciamento de clubes. O clube não conseguiu provar que não deve a ninguém (clubes, jogadores, treinadores e funcionários), como também apresenta-se em situação irregular perante a Autoridade Tributária.

Clube cancela treino e fala de injustiça

Em reacção à nega do TAD ao recurso interposto, o Vitória de Setúbal cancelou o treino que havia sido marcado para a manhã desta quinta-feira, 27 de Agosto. Em acto seguinte, publicou um comunicado no qual destaca-se a palavra “injustiça”, no meio de uma exibição de falta de poder de reacção. Ainda assim, convocou uma conferência de imprensa para esta tarde.

O Vitória Futebol Clube lamenta que a providência cautelar não haja sido decretada, entendendo que não somente ela é injusta, como não se pronuncia sobre matéria fundamental referente à própria validade do Manual de Procedimento, bastando-se por uma análise superficial das razões invocadas pelo VFC”, pode ler-se no comunicado.

OC

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