FERROVIÁRIO da Beira forçado a dispensar atletas

COM as actividades desportivas no nosso País suspensas desde 15 de Março, devido à pandemia do coronavírus, o Ferroviário da Beira só decidiu “mandar” os atletas e treinadores para casa no passado fim-de-semana por forma a protegerem da COVID-19.

A locomotiva do Chiveve era, até 01 de Maio último, ou seja, sexta-feira da semana passada, a única colectividade no País que mantinha os atletas e treinadores sob a sua alçada, ou seja, ainda concentrados na Cidade da Beira.

Ou seja, o clube esperou um mês e meio – depois da suspensão das actividades desportivas – para tomar a decisão de mandar os quadros para as suas casas por forma a protegerem-se do novo coronavírus, tendo a mesma sido forçada pela prorrogação do Estado de Emergência por parte do Chefe de Estado Moçambicano.

Face à decisão de redução em 50% do apoio financeiro da empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), o que vai ao encontro do que foi decidido pelos clubes, o Ferroviário da Beira viu-se igualmente obrigado a pagar 50% dos salários dos atletas e treinadores, mesmo depois destes terem passado todo o mês de Abril sob a sua alçada no Chiveve. OC

Categorias:Início, Outras Futebol

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