Atentado a Alvação: Alvinegros buscam salvação na mentira

Previsíveis. Reivindicaram a autoria do crime e, numa corrida desenfreada pela salvação, inventam um texto que nunca chegou a ser assinado pela vítima.

Manhã quente. Sentados no café, quase que irritados com a demora do expresso, demos uma vista de olhos no timeline do Facebook e não ganhamos para o espanto.

A procissão no adro. A uma velocidade de cruzeiro. Quase que descontrolada. Propósito: buscar a salvação por um crime publicamente confessado. Com nomes, instrumentos usados e tudo que torna aquele acto macabro imperfeito.

Saiu de Narciso Nhacila, nesta assunção nocturna e esta manhã passou a ser conduzida por Eliseu Patife, outro alvinegro que não só é adepto ferrenho, como também gere, nas suas horas vagas, a imagem social do Grupo Desportivo de Maputo.

O fotojornalista publicou, no no seu perfil do Facebook, um texto que leva assinatura de Celso Alvação, no qual o árbitro contrariava o texto de Nhacila (que pode ser lido aqui ), ilibando os adeptos do Desportivo de Maputo de qualquer responsabilidade na vandalização da viatura do árbitro internacional.

Adiante, o mesmo artigo vuvuzelado por Patife encapava de simples ovelhas os mesmos adeptos que, sempre de acordo com Narciso Nhacila, o próximo passo que dariam era de matar um árbitro, “para alguém despertar do mal que há meses é feito ao Desportivo de Maputo pela arbitragem”.

Nada mais falso. Tudo não passa de uma mentira cantada por Patife. Celso Alvação nunca escreveu tal texto e nunca falou com Eliseu nem a respeito deste assunto, nem de qualquer outro. Confirmou o árbitro ao OC-Olho Clínico, visivelmente ressentido com o triste acontecimento que o deixou praticamente sem mobilidade.

Ou seja, Eliseu Patife inventou dolosamente um texto em nome de Alvação, com a finalidade de ilibar os seus daquilo Narciso Nhacila assumiu, de mancomunar os adeptos do Desportivo de Maputo com atentado do qual foi vítima Celso Alvação no parque de estacionamento do Estádio Nacional do Zimpeto.

Mais um dado que, adicionado ao texto de Narciso Nhacila, o juiz da partida pode, querendo, apresentar nas instituições da justiça.

O OC-Olho Clínico promete fazer o acompanhante deste caso.

Eis a publicação de Eliseu Patife

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